Irrar

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Narrativa de Salette Tavares [Capa. Dados. Sinopse. Prefácio]


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Irrar, de Salette Tavares | Capa de João Brandão
Irrar, de Salette Tavares | Capa de João Brandão

Descrição > Autor: Salette Tavares | Título: Irrar | Data: 2019 | Editor: Livraria Tigre de Papel | Local de publicação: Lisboa | ISBN: 978-989-99974-4-8 | 85 páginas | 1a Edição 300 exemplares | Capa: João Brandão | Design: Salette Brandão e João Brandão | Composição de texto: Teresa Castelão e Salette Brandão | Pré impressão: B2 Atelier de Design, Lda | Produção Gráfica: Finepaper | Impressão: Artipol – Artes Tipográficas, Lda | Depósito Legal: 456420/19


Sinopse > Podemos considerar Irrar como um longo Poema Concreto em prosa. Mas trata-se também duma narrativa que acompanha a errância/« irrância » infindável da narradora-« pueta » pelas paisagens concretas e mentais duma Lisboa de todos os tempos. A morte, omnipresente através da personagem da Tia cancerosa, abre o espaço e o tempo para uma eternidade filosófico-poética mediante a meditação e a visão. O leitor é convidado a « irrar » também pela língua portuguesa, dando « irros » que desafiam qualquer reforma ortográfica. A voz da poeta rebela-se contra a norma, conferindo um tom irónico e humorístico à sua narração « hilariante », à sua « brincadeira ». A língua inventada por Salette Tavares em Irrar abunda em efeitos de oralidade, a par com referências sábias. Sendo um texto experimental, Irrar promove um humanismo feito de encontros, de atenção aos outros, de cuidados, é dizer de amor. (CATHERINE DUMAS, Maio 2019)


Prefácio, por Catherine Dumas