VA LEU ABÍLIO

VA LEU ABÍLIO

Texto visual de António Barros [em gesto de elegia a Abílio-José Santos]. [Imagem. Texto]


[ Nasci à chuva no atlântico, numa ilha. Comecei à chuva nestas escritas caligramáticas com “il pleut” de Apollinaire, em Coimbra, em 1973, vão fazer 50 anos. O Abílio era uma ilha. Logo, na distância entre mares, nós cúmplices nas insularidades. Ele era um ilhéu, mas não sabia.            No céu da esgrita passam aviões de guERRA.

Aqui chove.        Comove.        VA LEU   ABÍLIO       ]


VA LEU ABÍLIO