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Artigo de Nuno Miguel Neves sobre a participação de E.M de Melo e Castro e Joaquim António da Silva na Revue OU de poesia sonora. [Resumo. Ligação]
Poesia Experimental Portuguesa
Textos sobre E. M. de Melo e Castro disponíveis neste arquivo >
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Artigo de Nuno Miguel Neves sobre a participação de E.M de Melo e Castro e Joaquim António da Silva na Revue OU de poesia sonora. [Resumo. Ligação]
Revista do Centro de Estudos Portugueses (UFMG, Brasil) com dossiê sobre E. M. de Melo e Castro. [Ligação]
Obras de E. M. de Melo e Castro na exposição: “No dia seguinte está o agora”, obras do património, parte integrante da coleção do CAPC. [Descrição]
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Tese de doutoramento de Maria João Lopes Fernandes defendida em 2018 na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. [Resumo. Ligações]
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Tese de doutoramento de Álvaro Seiça sobre poesia cinética digital. [Ligação]
Continuar a ler “setInterval(): Time-Based Readings of Kinetic Poetry”
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Artigo de Jorge dos Reis sobre o papel das partituras gráficas e sonoras na obra de E. M. de Melo e Castro. [pdf. Ligação]
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Artigo de Sandra Guerreiro Dias sobre happenings poéticos realizados por Ana Hatherly, E. M. de Melo e Castro, Fernando Aguiar e Alberto Pimenta. [Ligação]
Continuar a ler “Anos 80: Happenings poéticos na «era do estilo»”
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Artigo de Sandra Guerreiro Dias sobre performance e PO.EX, analisando performances de E. M. de Melo e Castro, Salette Tavares, Ana Hatherly, António Barros e Fernando Aguiar. [Ligação]
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Artigo de Manuel Portela sobre as estratégias de recodificação digital presentes no Arquivo Digital da PO.EX, analisando a reflexividade intermedial da escrita, da imagem e do código em textos visuais de Ana Hatherly, E. M. de Melo e Castro e José-Alberto Marques. [Ligação]
Continuar a ler “Topologia digital da página impressa no Arquivo Digital da PO.EX”
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Tese de doutoramento de José António Gomes de Oliveira sobre utilização de código informático e genético em processos artísticos. [Resumo. Ligação]
Continuar a ler “Arte e tecnologia na segunda metade do século XX: o código como paradigma”