O “Poema Estrutural” de Fernando Aguiar: Performance, Fruição, Ressignificação e Resistência

Sentidos da Cultura

Artigo de Priscila Vasques Castro Dantas. [Descrição. PDF]


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Dantas, Priscila Vasques Castro. (2016). O “Poema Estrutural” de Fernando Aguiar: Performance, Fruição, Ressignificação e Resistência. Sentidos da Cultura, 3(5), 22-36. https://periodicos.uepa.br/index.php/sentidos/article/view/1319

Resumo: Neste artigo, trato sobre o “Poema Estrutural”, do experimentalista português Fernando Aguiar. Apresento, inicialmente, uma pequena contextualização da Poesia Experimental Portuguesa, a partir da obra Po-Ex: textos teóricos e documentos da Poesia Experimental Portuguesa (1981), de Ana Hatherly e E. M. de Melo e Castro, e da “Breve apresentação da Poesia Experimental Portuguesa” (2006), de Rui Torres. Também comento o fazer poético de Aguiar, com base em textos dele mesmo e falo da associação da poesia aos meios digitais discutida por Melo e Castro na Poética do Ciborgue (2014). Para a análise que proponho do “Poema Estrutural” (performance realizada por Aguiar em 09 de maio de 2009), trago à luz questões relacionadas à performance, à fruição, à ressignificação e à resistência e, para tal, utilizo, além das obras já citadas, Performance, percepção, leitura (2007), de Paul Zumthor, e Em defesa da sociedade (2000), de Michel Foucault.

Palavras-chave: Experimentalismo, performance, ressignificação.


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