Antero de Alda e Alyssa Monks: quando a fluidez social se faz arte

Antero de Alda e Alyssa Monks: quando a fluidez social se faz arte

Artigo de Mauricio Gabriel Santos e Débora Cristina Santos e Silva sobre a poesia de Antero de Alda. [Resumo. Ligação]


In > Anais do Seminário de Educação, Linguagem e Tecnologias (SELT). v. 2, n. 1 (2013). ISSN 2238-3735


Resumo > Este trabalho consiste na apresentação dos resultados parciais de uma pesquisa ainda em andamento, sob o título Interação de linguagens e convergência de mídias nas poéticas contemporâneas. Objetivando analisar a produção eletrônica e hipermídia do poeta português contemporâneo Antero de Alda, buscando, neste, marcas estilísticas que sinalizam o aparato ideológico e simbólico da fluidez social, radicalizada pelo surgimento da cibercultura. Comparativamente, a pintora americana Alyssa Monks relaciona em suas telas pintura e abstração, através de filtros como o vidro, água, vapor, retratando momentos simples de homens e mulheres em contato com algo de natureza fluida e aquosa. Tendo como base esses dois artistas, pretende-se suscitar uma discussão, a partir do arcabouço sociológico, e traçar percursos de análise da interação de linguagens nas poéticas contemporâneas.

Ligação > https://www.anais.ueg.br/index.php/selt/article/view/3773