Manoel Barbosa: performance, ansiedade e geografia colonial

Manoel Barbosa: performance, ansiedade e geografia colonial

Artigo de Cláudia Madeira e Fernando Matos Oliveira acerca do papel de Manoel Barbosa na arte da performance em Portugal. [Resumo. Ligação]


Citação: Madeira, C., & Oliveira, F. M. (2019). Manoel Barbosa: performance, ansiedade e geografia colonial. Sala Preta, 19(2), 15-27. https://doi.org/10.11606/issn.2238-3867.v19i2p15-27

Download URL (open pdf): https://www.revistas.usp.br/salapreta/article/view/163493


Resumo: Manoel Barbosa possui um percurso singular na arte da performance em Portugal. Este artigo trata sobre o seu período formativo como artista e algumas das suas protoexperiências performativas, nomeadamente as primeiras performances realizadas em contexto colonial, que aqui são descritas e analisadas no âmbito de uma estética da resistência anticolonialista e antifascista.

Palavras-chave: Arte da performance, Guerra colonial, Estética da resistência, Antifascismo, Anticolonialismo.

Abstract: A glance at Manuel Barbosa’s career within Portuguese performance art shows a unique path. This paper investigates his early arts formation period and some of his performative proto-experiences by focusing on one of his earliest participatory performances within a colonial context, which will be described and analyzed from the perspective of a resistance aesthetics based on anti-colonialism and anti-fascism.

Keywords: Performance art, Portuguese colonial war, Resistance aesthetics, Anti-fascism Anti-colonialism