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Participação de António Barros no livro das comemorações dos 50 anos do 25 de Abril no Porto, com poema visual, performativo, artitude. [Texto. Imagens]
In: Poesia Pública. Revolução, já! Org. Jorge Sobrado & José Bragança de Miranda. Museu e Bibliotecas do Porto, 2025. pp. 52 e 53.
A (R) M A – T E !
Entrando pelo lado verso do Panteão Nacional, este onde reside o fundador da Pátria, Afonso Henriques — em Coimbra, no Mosteiro de Santa Cruz — temos um muro de punhais balizando o dentro e o fora. Restam-se militando num aprumado social. Cada sabre elevando-se ao alto, é vestido por uma cápsula de escrita que convulsivamente se repete em alerta. Em esGrita. A(r)ma-te! é anunciação de vigor. Palavra de ordem em fileira contida a travar o assalto. Protege. Defende. Ou não fosse isso a poesia. D’agora. Ágora. Já! Em evolução. Em rEvolução. Evolução urge. Já!
António Barros, 25 de Abril, 2025 [desígnio de um progesto gerado como artitude — arte de acção — para aplicar em Coimbra após edição prévia, com publicação realizada no Jornal PÚBLICO, e no livro: “Poesia Pública – Revolução Já!”, Organizadores: Jorge Sobrado e José Bragança de Miranda — no âmbito de: Celebração dos 50 anos do 25 de Abril, edição de: Museu e Bibliotecas do Porto, Porto. ].
A (R) M A – T E !
António Barros, 2025


