TEXTO–SOM
Na dimensão Texto–Som, REMISTURAR O ARQUIVO desloca o foco da página para a voz. O texto deixa de ser apenas objeto visual para se tornar acontecimento acústico. A leitura abandona o silêncio e transforma-se em escuta ativa, convocando respiração, ritmo, intensidade e presença. A palavra fragmenta-se, repete-se, vibra, dissolve-se em matéria sonora. O poema surge como performance, gesto vocal e composição temporal. Mais do que perguntar “o que significa?”, importa perguntar: como soa? Como respira o texto? Como se transforma quando é dito, cantado, amplificado ou distorcido? O poema deixa de ser apenas lido e passa a ser vivido como experiência sensorial e coletiva. Num contexto em que a oralidade regressa sob novas formas, Texto–Som propõe uma escuta crítica do arquivo e da contemporaneidade. Um espaço onde a voz se afirma como instrumento poético e político, e onde ouvir é também interpretar.
resistência, revolta, recusa, revolução
«Música Negativa»
«Estilhaços»
repetição, redundância
«A revolta do texto»
«Problemática da dificuldade»
solilóquio vazio
remediação
«Projecto de silêncio»
«Ões [Voz, batata frita e Camões – in memoriam Philadelpho Menezes]»
«POVO/OVO & OVO/POVO»
ruído
«We pass through grass behush the bush to. To whish!»
«A Laugh to Cry»
«Biotope» [Excerto]
rádio
«Radioactividade»
Rumor Branco: Metamorfoses da voz em trânsito na rádio
registo, reprodução
«Um OVNI na Guarda»
«DÉPLI»
Alfredo Costa Monteiro a partir de Alfredo Costa Monteiro • Ao Vivo no FONOVOZ | PHONOVOICE
recuperação
«Ri m ri ri»
«Taki taki»
«Canto Ecuménico» [Excerto]
«Vx4!»
remistura, recombinação
«Orações e confusões»
«Problemática da dificuldade»