Crítico de Arte, Egídio Álvaro nasceu em Coimbra. Foi director da Diagonale/Espace Critique, em Paris (anos 80-90), integrando a Associação Internacional dos Críticos de Arte (AICA).

Foi um dos principais promotores da Arte Contemporânea, mormente a Poesia Experimental Portuguesa nos Festivais Alternativos de Arte - ALTERNATIVA, 1981, 82, 83 (apresentando a obra de Ana Hatherly, E. M. de Melo e Castro, António Barros, Silvestre Pestana, António Campos Rosado, Fernando Aguiar e ANIMA); e na EXPO/AICA 85 na Sociedade Nacional de Belas Artes, Lisboa (António Areal, António Barros, Silvestre Pestana e. o.).

No âmbito do 3' Festival Internacional de Poésie de Cogolin - IIIe Rencontres Internationales de Poésie Contemporaine, com direcção de Julien Blaine, coordenou um ciclo enunciatório da Arte Portuguesa Contemporânea com as obras de E. M. de Melo e Castro, António Barros, Silvestre Pestana, Fernando Aguiar e Elisabete Mileu.

Egídio Álvaro foi ainda organizador de múltiplos festivais de Arte em Limoges, Nice, St. Quentin en Yvelines, Champy, Kassel, Rennes, Amsterdam, eventos promotores das mais significativas manifestações das artes das vanguardas do seu tempo.

A obra de Egídio foi objecto de estudo da investigadora Ana Luísa Barão que surgiu formulando abordagens diversas, desde o "Crítico como Comissário" [ler.letras.up.pt/uploads/ficheiros/8175.pdf] às "Heterodoxias Performativas" [performa.web.ua.pt/pdf/actas2009/05_Ana_Luisa_Barão.pdf]

Egídio Álvaro vive em Montrouge, Paris.


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