In > Cibertextualidades, Número 5, Porto, Ed. UFP, pp. 135-146, 2013. ISSN 1646-4435. Tradução de Manuel Portela.


Resumo > As propriedades materiais dos artefactos textuais podem ser modeladas, como vimos, através de marcações e de metadados. Podem ser descritas e analisadas quer no âmbito de abordagens mecanicistas, quer no âmbito de abordagens mais probabilísticas ou constitutivas. Mas a reflexão sobre os modos como as propriedades materiais são entendidas deve também prestar atenção à sua funcionalidade e não apenas às suas qualidades formais. A história singular do “livro electrónico” revela de que modo uma apreensão errónea demasiado literal daquilo que são os traços distintivos de uma forma material pode originar um modelo mal concebido daquilo que essa forma deve ser quando redesenhada noutro ambiente medial.


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Ligação permanente > http://bdigital.ufp.pt/bitstream/10284/3869/1/cibertextualidades_05_drucker.pdf