Neste Espaço PO.EX (em actualização) estão agregados os videopoemas de E. M. de Melo e Castro disponíveis no Arquivo Digital da PO.EX. Ao autor, os nossos agradecimentos pela inspiração, autorização e motivação. Utilize o menu de navegação do lado direito para vLer (ou ainda ouvEr) cada um dos videopoemas. [A maioria destes videopoemas foi publicada no DVD ANTSINC - Antologia sincrônica, incluído no livro de E. M. de Melo e Castro, Livro de releituras e poiética contemporânea. Belo Horizonte: Veredas & Cenários, 2008]. A música da videopoesia de Melo e Castro foi composta pelo duo Telectu (Jorge Lima Barreto e Vitor Rua).



Lírica do objecto


Descrição >  Poema fílmico em 8 kk (1958) | Duração: 3'12''


[Agradecemos a E. M. de Melo e Castro a autorização que permitiu disponibilizar esta obra no Arquivo Digital da PO.EX]




Música negativa


Descrição > Realizado entre 1965 e 1977 | Duração: 3'56''


[Agradecemos a E. M. de Melo e Castro a autorização que permitiu disponibilizar esta obra no Arquivo Digital da PO.EX]




Roda Lume


Descrição > Videopoema de E. M. de Melo e Castro. Data: 1968 | Duração: 3'01''


[Agradecemos a E. M. de Melo e Castro a autorização que permitiu disponibilizar esta obra no Arquivo Digital da PO.EX]




Signagens


Descrição > Data: 1985-1989 | Série de videopoemas realizados por E. M. de Melo e Castro na Universidade Aberta de Lisboa. Nestes videopoemas o autor trabalha simultaneamente o texto létrico e as formas sintéticas não létricas, geradas no computador, com os mesmos processos tecnológicos, específicos do vídeo, através da cor, do movimento e da sobreposição e da transformação, criando sequências de legibilidade variável mas de características estéticas evidentes.


Conteúdos >


Fontes do texto (6'19") >


Sete setas (1'50") >


Um furo no Universo (2'01") >


Come fome (2'47") >


Hipnotismo (1'28") >


Rede teia labirinto (3'51") >


Ponto sinal (5'01") >


Polígono pessoal (4'21") >


Poética dos meios (10'05") >


Escrita da memória (6'07") >


Objectotem (3'14") >


Concretas abstrações (2'30") >


Ideovídeo (7'42") >


Infografitos (5'25") >


Metade de nada (6'35") >


Diazulando (4'44") >


Vibrações digitais de um protocubo (6'01") >


Ler tb >


[Agradecemos a E. M. de Melo e Castro a autorização que permitiu disponibilizar estas obras no Arquivo Digital da PO.EX]




Sonhos de geometria


Descrição > Estúdio do autor, Lisboa (1993) | Duração: 30'


Texto do autor >

Sonhos de Geometria (Videpoesia) é uma meditação visual sobre a noção e transformação do espaço e das formas, desenvolvida em cinco videopoemas.

No primeiro, Sonho dos bisontes geômetras de Lascoux, faz-se uma evocação das enigmáticas figuras geométricas inscritas entre representações animais nas cavernas paleolíticas, recriando os violentos contrastes entre escuridão predominante e zonas escassamente iluminadas. Aí nasceu talvez a organização espacial das representações visuais.

No segundo, Sonho de Pitágoras, assistimos à invenção da série numérica e à construção da Tetraktis (figura mágica dos pitagóricos) como forma simbólica de todas as relações quantitativas possíveis. Daí se chega à formulação do famoso teorema.

Em Sonho de Euclides, a geometria plana aspira às três dimensões com ritmos repetitivos e alternantes e o traçado rigoroso das perspectivas, das projeções e das linha curvas que fazem e desfazem o espaço...

No quarto, Sonho de Mandelbrot, detectaram-se e evidenciam-se as origens naturais da geometria fractal, a partir das interseções entre nuvens e árvores em movimento, em alternância e repetições sucessivas com o "atractos estranho" de Mandelbrot. É um incessante diálogo de formas auto-semelhantes em que o chamado caos determinista se manisfesta como lei matemática e natural.

Finalmente, o meu próprio sonho, Sonho de Melo e Castro, faz-se e refaz-se na leitura como exercício de interpretação. As imagens são relações intertextuais com a minha própria poesia concreta dos anos 60 e com o primeiro videopoema, Roda Lume, de 1968. O novo texto visual é realizado pelos meios específicos de produção, ordenação e transformação das imagens, que são o computador e o vídeo.

No conjunto, trata-se de um videpoema múltiplo em que, contrariamente à tendência para a alta definição, se procura uma estética da imprecisão, da corrupção e destruição das imagens, que sucessivamente se formam e se esgarçam, com efeito poético de conotações e ambiguidades intersubjetivas.

Sonhos de geometria >


[Agradecemos a E. M. de Melo e Castro a autorização que permitiu disponibilizar esta obra no Arquivo Digital da PO.EX]




Navegações fractais


Descrição > Videopoema de E. M. de Melo e Castro. Data: 2001 | Duração: 4'09''


[Agradecemos a E. M. de Melo e Castro a autorização que permitiu disponibilizar esta obra no Arquivo Digital da PO.EX]




Fractopoemas


Descrição > Videopoemas de E. M. de Melo e Castro realizados no Estúdio Grande Som, Lisboa (2004-2005) | Duração total: 39'


Descrição do autor e apresentação individual dos videopoemas >

Uma das características estéticas da videpoesia é a transformação, tal como se vê explicitamente na sequência final do videpoema Ideovídeo, da série Signagens. Transformação de formas, de cores, de movimentos, de significados. Esta nova gramática poética é a essência mesma dos videopoemas desta série digital de videopoesia, cuja base são imagens fractais originais, a que chamei Fractopoemas.

Em Gerador de Universos, um longo videopoema com a duração de cerca de 15 minutos, assistimos à geração de um fractal que se desenvolve em várias metamorfoses, combinadas com texto alusivo ao nascimento, vida e morte de sistemas solares, de galáxias, do Homem e finalmente, à morte entrópica do próprio fractal, ícone do universo, numa massa de pixels cinzentos e quase indiferenciados.


Gerador de Universos (18'42'') >

Nos outros videopoemas desta série: Plasma Total, Terra, Chuva/Evaporação, Viagem Interior e Tontura é o ciclo de cores e as suas variações que geram a animação e as transformações, de acordo com as formas fractais e os textos mínimos que as iluminam, criando um acentuado efeito psicadélico.


Viagem Interior (10'54'') >


Terra (1'37'') >


Chuva/Evaporação (2'26'') >


Tontura (1'32'') >


Plasma total (4'17'') >


[Agradecemos a E. M. de Melo e Castro a autorização que permitiu disponibilizar estas obras no Arquivo Digital da PO.EX]




Incomunicação à distância


Descrição > Videoperformance (2006) | Duração: 21'30" | Performance realizada no Museu de Arte Contemporânea de Serralves em janeiro de 2006 na inauguração da exposição "O Caminho do Leve" de E.M. de Melo e Castro.


[Agradecemos a E. M. de Melo e Castro a autorização que permitiu disponibilizar esta obra no Arquivo Digital da PO.EX]




Releituras


Descrição > Videopoesia de E. M. de Melo e Castro. Data de realização: 2008 | Duração: 2'41''


[Agradecemos a E. M. de Melo e Castro a autorização que permitiu disponibilizar esta obra no Arquivo Digital da PO.EX]




Videopoemas seriais


Descrição > Data: 2001-2013 | Videopoemas totalmente realizados no computador a partir de imagens digitais originais organizadas em séries temporizadas.


Conteúdos [Disponíveis em breve] >

  • NAVEGAÇÕES FRACTAIS (4'30")
  • INFOCALIGRAFIAS (4'08")
  • PARA JORGE LIMA BARRETO (1'00")
  • VIVA A POESIA VISUAL (2'22")
  • FORMIGAS FRACTAIS (4'00")
  • DEUSES HOMENS ROBOTS (1'34")
  • LÍRICA DO CIBORGUE (2'16")
  • ANARCOCONSTRUTOS (6'19")
  • GRAVITAÇÕES (2'19")
  • LUZES LUZ (2'01")
  • LUZES ENTRÓPICAS (2'40")
  • LUZES SEM FIM (5'18")
  • IMAGENS SEM FIM (1'26")
  • AS CORES DO ACASO (2'14")
  • ÁGUAS VIVAS (DE SILVESTRE PESTANA) (2'00")
  • OS FIOS DAS PALAVRAS (2'40")