Inauguração e Actividades paralelas

Mesa da Inauguração da exposição de António Barros, com Jorge Pais de Sousa (Comissário), António Barros, João Paulo Barbosa de Melo (Presidente da Câmara de Coimbra em 2012) e José Carlos Seabra Pereira (Curador da Casa da Escrita) | António Barros na Casa da Escrita, 2012, a passar em frente a TrAdição/Traição [Fotografia Cortesia de Clara Almeida Santos] | António Barros em "Vulto Limite" [Fotografia Cortesia de Augusta Vilalobos].

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Obras expostas

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Uma cadeira para NN

Uma cadeira para NN, 2000 • Coimbra [Obgesto | 'NN-Noite e Nevoeiro', a partir da obra 'Auschwitz et Aprés' de Charlotte Delbo, Teatro do Morcego, Teatro Académico de Gil Vicente - Universidade de Coimbra] Colecção do Autor

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Ex_Patriar

Ex_Patriar, 2011 • Coimbra [Obgesto | revisitação do texto PO.EX no contexto da contundente emigração em 2012] Colecção do Museu da Fundação Bienal de Cerveira

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TrAdição/Traição

TrAdição/Traição, 1979 • Coimbra ["Paradigm Shift", MUSAC, Castilla y León, 2011] Colecção da Fundação de Serralves

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Sudoeste

Sudoeste, 2012 • Coimbra [Obgesto | Um ensaio sobre portugalidade. Identidade em desnorte] • Progestos_Obgestos, Nas Escritas PO.EX, Casa da Escrita

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Insulae

Insulae, 2010-2012 • Coimbra - Funchal [Obgesto | rituais de emancipação]. Na primeira fotografia, Insulae ao fundo e aL(a)ma à direita, em [ a l p h a b e t ] EVENT, com António Dantas, Galeria dos Prazeres, 2012 Colecção Particular

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Revolução

Revolução, 1977 Coimbra | Museu de Serralves, 1999 | Museo Vostell Malpartida, Espanha

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Autista

Autista, 1985 • Coimbra • Colecção da Fundação de Serralves

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Retrato de Ana Hatherly e os poetas experimentais portugueses ao fundo, ou de Portugal um País que nunca ex(ins)istiu

Retrato de Ana Hatherly e os poetas experimentais portugueses ao fundo, ou de Portugal um País que nunca ex(ins)istiu, 1999 • Porto - Coimbra [PO.EX - O Visualismo Português, Fundação Serralves, Museu de Arte ContemporâneaColecção do Autor

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Escravos

Escravos, 1977 • Coimbra • Colecção da Fundação de Serralves [Primeira imagem de "Anos 70 Atravessar Fronteiras", Centro de Arte Moderna, Fundação Calouste Gulbenkian]

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Sandales - Mal de Mer

Sandales - Mal de Mer, 2006 • Limbé-Coimbra [Obgesto | leitura a partir de registo de Olivier Jobard a um náufrago da emigração clandestina em fuga entre El-Ayone e Islas Canárias, 2004] Colecção do Autor [Fotos 3 - 6 da autoria de Augusta Vilalobos]

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Arte Sociológica

Arte Sociológica, 1982 • Cerveira [Concerto FLUXUS, com Serge III Oldenbourg] Colecção da Fundação de Serralves | Texto ao peito: "Escravos" 3e Festival International de Poésie de Cogolin, 5 au 12 Juillet 1986, COGOLIN III - Poesie Visuelle Portugaise, DOC(K)S - Portugal N'80. Printemps 87

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Black=Black

Black=Black, 1982 • Coimbra [Obgesto | releitura a partir de "um animal chamado escrita" de Maria Gabriela Llansol, Artitude:01, Simposium 'Projectos & Progestos', TE.CITAC, Universidade de Coimbra Colecção do autor | Artitude:01, P&P,Teatro Estúdio CITAC, Universidade de Coimbra, 1983

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Os anéis e os dedos | Anulação do Tempo | Aula Vaga

Os anéis e os dedos, 2012 • Coimbra [Obgesto - Vulto Limite] Colecção do Autor | Anulação do Tempo ou o Poeta Ausente • artitude, Coimbra | Aula Vaga • 1.000.051' Aniversário da Arte, CAPC - Círculo de Artes Plásticas de Coimbra

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Artista Con_viDA_DO

Artista Con_viDA_DO, 2016, Artitude de António Barros. [Fotos #2 e #3, Cortesia de Andrea Inocêncio].

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Asa Morta

Asa Morta, 2012 • Coimbra [instalação "Em círculo, sempre em círculo, com a asa morta agarrada ao corpo"], Casa da Escrita, Coimbra. Obra perecível.

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Silêncio

Silêncio, 1979-2010 • Malpartida-Coimbra [Obgesto | Semana de Arte Contemporânea de Malpartida, Cáceres, MVM-Museo Vostell Malpartida, Espanha] Colecção do Autor | Silêncio, 1979-2010 e Vacu_idade, 2009 [Exposição "Obgestos", "Line Up Action", Casa das Caldeiras, Universidade de Coimbra]

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PreSente/AuSente

PreSente/AuSente, 1979 • Coimbra • Colecção da Fundação de Serralves

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VerDade e Leitor de Cês e Dês

VerDade, 1977 • Funchal • Colecção Fundação de Serralves <> VerDade em "Horizonte Móvel, 1969-2008", Museu de Arte Contemporânea do Funchal, 2008 | Leitor de Cês e Dês, 2007 • Coimbra [Obgesto - Revista Cadernosdejornalismo #0, FLUC, Edição: Imprensa da Universidade de Coimbra] • Colecção do Autor  | VerDade, em MultiEcos, Teatro Estúdio Citac, Universidade de Coimbra, interpretação de Rui Orfão

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Leitor de Cês e Dês  e Contaminações

Leitor de Cês e Dês, 2007 • Coimbra [Obgesto] • Colecção do Autor | Contaminações, 2012 Colecção do autor


GerAcção

GerAcção, 1980-2012 • Coimbra [Obgesto | revisitação do Objecto-texto "GerAcção" em Vulto Limite] Colecção do Autor

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Trilogia: Alma_Frame_Florigen

Alma

Alma, 2001, What is Watt?, Museu de Electricidade Casa da Luz, Funchal [Mostra em Itinerância, Trilogia: "Alma_Frame_Florigen". Ao fundo registo performativo de António Dantas].


Frame

Frame, 2003, What is Watt?, Museu de Arte Contemporânea do Funchal, Fortaleza de São Tiago [Parte integrante da trilogia: "Alma_Frame_Florigen"]. Colecção: Museu de Arte Contemporânea da Madeira - Casa das Mudas.


Florigen

Florigen, 2007 | Progestos_Obgestos [Com Jean Genet, em Diário de Um Ladrão - "existe pois uma íntima relação entre as flores e os condenados"]  Colecção do Autor

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A ponta do pé

A ponta do pé, 2012 • Coimbra [Objecto-livro | Vulto Limite] • Colecção do Autor. Na última fotografia, E. M. de Melo e Castro lendo "A Ponta do Pé" no ateliê de António Barros

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Ser_Vil

Ser_Vil, 2000 • Havana-Coimbra [Obgesto]Colecção do Autor

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Idade de Coimbra

Idade de Coimbra, 2010 • Coimbra [Obgesto | Intervenção sobre lápis na Universidade de Coimbra] • Colecção do Autor

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Vulto Limite

Vulto Limite, 2012  Coimbra Colecção do Autor

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reMate

reMate, 2005 • Coimbra [Obgesto | Intervenção de António Barros sobre foto de Ruben A |  'O mundo à minha procura, Ruben A, 30 anos depois', Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra] • Colecção do Autor

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Energia

Energia, 1976 • Colecção da Fundação de Serralves | Energia in Loreto 13, Revista Literária da Associação Portuguesa de Escritores, #2, 1978


PaLavrar

PaLavrar, 2012 • Colecção do Autor ["Gosto de dizer. Direi melhor: gosto de palavrar. As palavras são para mim corpos tocáveis, sereias visíveis, sensualidades incorporadas", Bernardo Soares/Fernando Pessoa]

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aMor(te)

aMor(te), 1980  Coimbra Colecção da Fundação Serralves | Museu de Arte Contemporânea do Funchal 

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aL(a)ma

aL(a)ma, 2010-2012 Funchal-Coimbra Colecção Augusta Vilalobos

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A_A [Transmutações da Alma #3]

A_A [Transmutações da Alma #3], António Barros e Augusta Vilalobos, Colecção Fundació Joan Brossa, Barcelona, 2016

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Razão

Razão  Colecção da Fundação de Serralves | Razão / Muro da Razão, Casa da Escrita, 2012 | Razão / Muro da Razão, no primeiro plano, com TrAdição/Traição ao fundo, Museu Serralves, 1999

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Outras obras

Colecção da Fundação de Serralves

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DeFormar | EscravosIsmos | Génesis | Poeta PréJudicial + ValorTrAdição/Traição

DeFormar, 1977  Funchal | Escravos, 1977  Coimbra [In "Anos 70 Atravessar Fronteiras" Centro Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian] | Ismos, 1977  Coimbra | Génesis, 1977 Coimbra | Poeta PréJudicial + Valor, 1977 Coimbra | TrAdição/Traição, 1979 • Coimbra


Outras

Algias, NostAlgias

Algias, NostAlgias, 1980 | Fundação Calouste Gulbenkian, III Exposição de Artes Pásticas, 1986

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Manhãs Raízes

Manhãs Raízes, 1983 | Círculo de Artes Plásticas de Coimbra

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Amant Alterna Camenae


Amant Alterna Camenae, 1987 | Leitura de 'Causa Amante' de Maria Gabriela Llansol, Círculo de Artes Plásticas de Coimbra

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Ninguém_Penélope reconhece Ulisses

Ninguém_Penélope reconhece Ulisses, 1999, António Barros • "Almeida Garrett na Torre d' Anto", Bicentenário das Comemorações do Nascimento de Almeida Garrett, Colecção Câmara Municipal de Coimbra.

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Quem Não

Quem Não, 2011 | Arte Social | Lonarte11, Calheta, Arquipélago da Madeira

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autofA(l)gias

autofA(l)gias, 2013 | Arte Social | Parque do Sorraia, Coruche

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[ DePur(o)Ar ]


[ DePur(o)Ar ] António Barros, Paris, 2014 | "Quanto mais te afastas da luz, mais luminescência ganhas" Bachelard [ Obra dedicada a Augusta Vilalobos ].

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DePur(o)Ar @ TRANS[acto]


"DePur(o)Ar", 2014-2015, António Barros, Largo Augusto Hilário, Coimbra, 20 jun. 2015, TRANS[acto] #1 parte integrante de Sons da Cidade - Por Coimbra Património Mundial #2. Fotos: Cortesia José Crúzio.

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Memórias_Véus de Escrita

Memórias_Véus de Escrita, António Barros, 2014 [Obra dedicada a Ana Hatherly quando diz: "Memória é um Silêncio que Espera" | Artitude #1_O que é um Museu? | Artitude #2_Livro que perdi | Artitude #3_Quem o Poder Quiser]


AH_LiHonorAna_Obgesto

"Memória é um silêncio que espera", AH_LiHonorAna_Obgesto, António Barros, 2016 [ReAnagramas, Festival Silêncio 16, O Festival da Palavra, Lisboa, 30-06 a 06-07-2016]. Tb publicado in > Le Monde Diplomatique, Edição portuguesa, II Série, Nº 118, Agosto 2016.


FOCO

FOCO, 2014, Sevilla [Artitude dedicada a Silvestre Pestana quando enuncia "Sufoco"]


NÃU

NÃU, 2014 [Artitude dedicada a António Aragão quando dizia: no fundo "os Países nÃO sÃO naus, nÃO vÃO ao fundo."]

  • V(l)er tb > UnderscorÃO, in Revista Cibertextualidades [brevemente disponível]

Vulcânico PaLavrador

Vulcânico PaLavrador, AB, Coimbra, 2015. [Era à mesa que António Aragão fabricava pela noite dentro a sua contaminante oratória no Funchal dos anos 60-70. Estes nove pratos negros espelham uma leitura da memória, numa procura de um pretenso projecto memorial. AB, 2015, Coimbra.]

  • #1/9: "Vulcão olhando o prato", 2015, António Barros. À memória do vulcânico Palavrador António Aragão.
  • #2/9: "Queimado pela lava do vulcão", 2015, António Barros. À memória do Poeta e Dramaturgo António Aragão.
  • #3/9: "Arrefeceu a lava, tomando a forma do prato", 2015, António Barros. À memória do PaLavrador de Palavra(s) António Aragão.
  • #4/9: "Palavra. De tanto dita", 2015, António Barros. À memoria do pensador António Aragão afogado na sua lucidez.
  • #5/9: "ditaDor", 2015, António Barros. À memória do (d)enunciador António Aragão.
  • #6/9: "Arte é quando a LUcideZ trava a loucura", 2015, António Barros. À memória de António Aragão, um arejador da Arte.
  • #7/9: "Discussão rizível", 2015, António Barros. À memória da sempre mestria de humor de António Aragão.
  • #8/9: "Sem palavra(s)", 2015, António Barros. À memória do convulsivo António Aragão.
  • #9/9: "Palavra d' ordem", 2015, António Barros. À memória do vertical poeta António Aragão.

Vi[n]da de cão

Vi[n]da de cão, 2015, António Barros. [Revista TriploV de Artes, Religiões e Ciências, Nova série, #51, abril-maio 2015, Lisboa. À memória de António Aragão].


Colecção E. M. de Melo e Castro

Com Pés de Vegécio

Com Pés de Vegécio, 2012  Coimbra [Objecto-Livro leitura sobre 'Compêndio da Arte Militar' de Vegécio] Colecção E. M. de Melo e Castro

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Caminho e penso | E. M. de Melo e Castro

Para António Barros
olhando o seu obgesto "Com Pés de Vegécio"

 

caminho e penso
e a dor do caminhar intenso
iguala o prazer do pensamento tenso
que enquanto caminho o espaço venço
e enquanto penso o tempo alcanço
no mesmo enlace
mas num outro lance

 

penso enquanto caminho
com o fluir dos passos
e o doer nos pés
com os neurónios abertos aos espaços
das súbitas intuições
com as palavras certas
das subtis emoções
de pensar e andar
no ritmo telúrico do vento

 

caminho e penso
penso e caminho
sem sair do pensar
e sem andar um passo
porque do obgesto imana
a energia toda
contida no mistério
que é andar e ver
pensar e conhecer
a vida e a morte
que nos há-de viver

 

E. M. de Melo e Castro
Do Claro e do Escuro, Terracota Editora, São Paulo, Brasil, 2013.


Outras exposições

Valsamar

Valsamar, 2005-2010  Museu da Água, Coimbra, Festival das Artes, 2010 | Line Up Action, Casa das Caldeiras, Universidade de Coimbra [Foto: João Armando Ribeiro].

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O mar, o mar | José Tolentino Mendonça

 

 

Perante linhas que se despenham
numa desarticulação cadenciada
um pensamento, mesmo o mais trivial
coloca-nos no centro de uma tempestade
Um reino subterrâneo
avança a intervalos pela casa fora
emerge muito lentamente
um declive, uma linha
que divide o mundo
   
Imagina que tudo isto ocorre antes do próximo Inverno  
E mesmo ao escurecer estás diante do mar
O mar como nunca antes o viste
 
José Tolentino Mendonça


Outros projectos

L  á  g  r  i  m  a

Estudo de Intervenção urbana, Texto_Conceito de António Barros, composição sobre retrato de Amália, Fotografia de Bruno of Hollywood. Arte em Espaço Público, Coimbra, 2014. Projecto: "A Poesia está na Rua". Espaço suporte: Largo Dom Dinis, Universidade de Coimbra.


H o m i n e s  E s t i s

Para um desenho neurológico do dr. Shiro Ishii, Artitude. In 'Paisagens Neurológicas - arte, ciência, ética, estética: onde estamos? Onde vamos?', Isabel Maria Dos, Estudos Artísticos, FLUC, Casa das Caldeiras, Universidade de Coimbra, 16 de Maio, 2014. [Fotografias: 1 e 2, Cortesia Tun Fei Mou, 1988; 4, 5 e 6, Cortesia Isabel Maria Dos]

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Q u a s e

Q u a s e  [Portugal, Pensão de 1/2 Estrela, ou Esse Esvaziado País do Quase], 2010. Projecto para nova Bandeira Nacional apresentado no âmbito das Comemorações da República. Uma leitura em diálogo com Mário de Sá Carneiro.


Qual_idade? Portugal_Quase

Qual_idade? Portugal_Quase, António Barros, 2014 [Seguido de comentário de Ernesto Melo e Castro após a leitura: "o ... P que nunca é Q. Mas pergunto eu: Por Quê?"]. In Revista TriploV de Artes Religiões e Ciências, #47_agosto-setembro, Lisboa, 2014.


Basta d_azar

[ Basta d_azar ] António Barros, 2014 ["Basta d'azar. É demasiado extensa aquela faixa d'azar", Vítor Álvaro, julho, 2014]


A n d a n t e

24 variações perante a condição distintiva. Contributos - para uma "Escultura Social" - de: Ilda Teresa de Castro [#1 - Lisboa]; Luis Pedro Crisóstomo [#2 - AFTER 'PO.EX', Plaza Catalunya, Barcelona, 2013]; Jonas Runa [#3 - "Hate Music.Love Art", Exp. Antológica de Vítor Rua, Galeria Perve, Lisboa]; João Luis Azevedo [#4 - Lisboa/Madrid]; desconhecido, n.i. [#5 - Valença, Minho]; Diogo Cabrita [#6 - Valença, Minho]; Ernesto Melo e Castro [#7 - Casa das Rosas - Haroldo de Campos, São Paulo, Brasil]; Jorge Pais de Sousa [#8 - "Ecceidade", de Ilda Teresa de Castro, Mosteiro de Santa Clara, Coimbra]; António Dantas [#9 - Curral das Freiras, Arquipélago da Madeira | Ler tb > Esse nada que nos sonha]; Jorge Santos [#10 - Belém do Pará, Brasil]; João Rasteiro [#11 - Casa da Escrita, Coimbra]; Vicente Serrano [#12 - 'contaminações'_geração emergente]; António Azenha [#13, Coimbra, 2013]; Sofia Nobre e Susana Nobre [#14, Badajoz, Universidade de Cáceres, 2014]; Rui Torres [#15 - Bergen Bibliotek, Noruega, 2014]; Egídio Álvaro [#16 - Paris, 26-06-2014 | Foto: A_A | Ler tb > Na senda de Egídio Álvaro]; Silvestre Pestana [#17 - 'Refrega', Porto, 2014 | Ver tb > versão original no blog do autor] | A_A [#18, "A_A", Artitude urbana - uma condição situacionista, Ville de Paris, 27-06-2014] | Francisco Sousa [#19, Amsterdam, 2014] | A_A [#20 - perante VOAEX, 1976, de Wolf Vostell. Artitude: Noite em Los Barruecos, Museo Vostell Malpartida, 2014] | Ricardo Bastos Areias [#21 - China, 2015] | João Barros [#22 - Funchal, 2015] | Ricardo Correia [#23- Caldas da Rainha, 2016] | Fernando Aguiar [#24 - Lisboa, 2016].


L á s t i m a

Variações em torno da letra P sobre um cravo, 40 anos depois; Objecto-Livro, Pautizações performativas, 2014 | Pens(ã)o C(r)avo | p[ortugal] p[ensionista] | p_reza | p_pato | p_residente | P_lava | Luso_uso | sal_p| p_átria| cansar o aço| duro_dito| mágoa | Prego | aodeusdará | Penar | Pesar | Desencanto | Um rito | Passa | Posa | m_urro | Odiento | Sem voz | Tece | Apagar a hora | Pressão | Conforme | na_dar | caso raso | família | da_nada | a_fundação | Esquecer | outro ouro | de pé | cedo | luar | como dantes | ceder | ar [onde lê a solitária letra P, pode ler: pátria; pobre; portugal]

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G e r a c i o n i s t a

Textos Visuais, 1979 - 1980, António Barros, pautizações performativas, parte integrante de "Manifesto Geracionista", publicado em: Artitude:01- Progestos Visuais Multimédia, Coimbra | Poesia | Contra adição | Mil máscaras | Idade | B=B_à mesa | Acção


Tal como a chama

"Tal como a chama" [Para um estudo semiótico de: à mesa dos cafés de Coimbra nos anos oitenta], 1993, António Barros [esquiços para objectos escultóricos, parte integrante da 'instalação' de 7 peças].

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6 Esquiços para uma Arquitectura do Sentido_Progestos

6 Esquiços para uma Arquitectura do Sentido_Progestos: #1- "Aguda Proa_Gelo Real", 2012 [Progesto: Ao acordar, corria atrás do sonho para o continuar. Sabia que saída a alvorada só lhe restava o real] | #2 - "Amigo", 2005-2014 [Artitude: Todo o amigo é um potencial inimigo, e ao resolver-se resultará o mais cruel] | #3 - "Humano", 2009 [Humano é o único animal capaz de se ContraDizer. Progesto: à memória de Miguel Baptista Pereira] | #4 - "Medo_Vaso Infinito", 2014 [Rente ao veludo vulvar há uma lâmina que não corta, uma agonia navegante, um vaso infinito, medo de um sentido vago - Progesto em "Coisas Reais", CAAA, Guimarães, 2014] | #5 - "AutofA(l)gia", 2013, Coruche [Artitude: Nada mais inútil que a Verdade] | #6 - "Obt_uso - óbito uso", 2014 [Artitude: De que serve um povo que elege a obtusidade? ; "Coisas Reais", CAAA, Guimarães, 2014].


Portugal: Braço(a)deus_Palavras nuas

Portugal: Braço(a)deus_Palavras nuas. "A Poesia Está na Rua", 40 anos depois, 2014 [Eventualmente 'arte pública'. Recolha urbana, Rua da Ilha, Cidade de Coimbra] | Contra-capa: Revista de Artes e Ideias, Alma Azul, #10, Coimbra, 2014.

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A arte de ser português

A arte de ser português, 2014 [Momentos para um objecto-livro - obra aberta]


BN_Bandeira Nacional


BN_Bandeira Nacional [Estudo de requalificação], 2014 | Obra, capa da Revista de Artes e Ideias, Alma Azul, #10, Coimbra, 2014.


Portugal no seu melhor

Portugal no seu melhor, 2013-2014 [Obra dedicada a Jorge Lima Barreto (1949-2011), artista de: "não vi, não gostei", 1ª Bienal "Jorge Lima Barreto - Arte é Vida e Vida é Arte!", Vinhais, 2014]

Apresentação, em Oratória, da obra "Portugal no seu melhor", Capela do Solar dos Condes de Vinhais, "Bienal Jorge Lima Barreto - Arte é vida e vida é arte!", 2014, Vinhais, Portugal. Fotos: Cortesia Augusta Vilalobos. In Revista TriploV de Artes, Religiões e Ciências, "Homenagem a Jorge Lima Barreto", Organização de António Barros, Lisboa, 2014.

Obra apresentada na 19ª Bienal de Cerveira, integrando a colecção da Fundação Bienal de Arte de Cerveira. [Publicado também na revista TriploV - http://triplov.com/revistaTriplov/elegia-a-jorge-lima-barreto/]

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Aura_Elegia a Jorge Lima Barreto

Aura_Elegia a Jorge Lima Barreto, 2016, António Barros. Obra residente na Capela de São Caetano, Centro Cultural Solar dos Condes de Vinhais, Bragança_Vinhais. Edição criada no âmbito da 2 Bienal Jorge Lima Barreto. Agradecimentos: Augusta Vilalobos, Roberto Afonso e Rui Torres.


Vincos

Vincos, 2016, António Barros. Obra perecível _ espacialidade para Concerto Vincos com Carlos Barreto, Carlos Zíngaro, Vítor Rua e António Barros, 17 setembro, encerramento da 2 Bienal Jorge Lima Barreto, Centro Cultural Solar dos Condes de Vinhais, Bragança_Vinhais. Agradecimentos: Augusta Vilalobos, Roberto Afonso, Vítor Rua e Rui Torres.


COISAS REAIS

COISAS REAIS, CAAA - Centro para os Assuntos da Arte e Arquitectura, 6 de dezembro, 2014 - 11 de janeiro, 2015, Guimarães. Fotos: Cortesia Augusta Vilalobos.

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Obras expostas >

"Medo_Vaso infinito", 2014, Coimbra.

"Obt_uso - óbito uso", 2012-2014, Coimbra [Artitude: De que serve um povo que elege a obtusidade?].

"Da Lucidez Perigosa", 2014, Lisboa [à memória de João Nascimento].

"DePur(o)Ar", 2014, Paris [para Augusta Vilalobos].

V(l)er tb >

"Portugal no seu melhor sob um vaso cavalgante", 2014, Vinhais, Bienal JLB [à memória de Jorge Lima Barreto].

V(l)er tb >

"Dos passos sem volta", 2014, Coimbra [num diálogo com Herberto Helder].

"Lama_Memórias", 2010-2014, Funchal-Coimbra [Obgesto: aL(a)ma].

"Sandales_Mal de Mer", 2006-2014, Limbé-Coimbra [à memória de Frantz Fanon].

V(l)er tb >

"Oratória", 2012-2014, Funchal [Projecto: What is Watt? ; Obgesto: à memória de Túlia Saldanha].

Ler tb >

"Bruma", 2010-2014, Coimbra [Artitude: No fundo do poço procurava o corpo da filha que não nasceu]. A terceira fotografia é de João Armando Ribeiro.


Bruma_versão #3

Bruma_versão #3, 2016, António Barros, "Dos Modos Nascem Coisas", Teatro Alba, Aveiro, Albergaria. Espaço da arquitectura, requalificação de Rui Rosmaninho.

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Coisas Reais_A Casa

Coisas Reais_A Casa, 2015. [Conteúdos > #1 Oratória; #2 Florigen; #3 reMate; #4 Uma cadeira para NN_Vacuidade; #5 Coisas Reais_A Casa; #6 Bruma (Foto: Cortesia Augusta Villalobos)].

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Che Brossa

Che Brossa, 2015 [Che, depois de Brossa, em modo de homenagem mutualista].


Seis desassossegos com oito esses ao fundo

Seis desassossegos com oito esses ao fundo, 2015.


Urban Life

Urban Life_"Não posso", António Barros, Coimbra, 2015.

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Urban Life_ "Não posso"

Urban Life_ "Não posso", Arte Urbana em Mupis, AMIarte, 30 de junho - 13 julho, 2016, Praça da Batalha, cidade do Porto.

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cObra

cObra, 2015.


Je suis Charlie_N[igéria]

Je suis Charlie_N[igéria], 2015.


Dá-me a mão, não as luvas

Objecto_Livro "Dá-me a mão, não as luvas", 2015, António Barros. [Revista TriploV de Artes, Letras & Ciências, #53, agosto-setembro 2015, Lisboa].

  • #1/12: "No fundo"
  • #2/12: "Sem anel"
  • #3/12: "Encerrado"
  • #4/12: "Ment(e)indo"
  • #5/12: "Dúbio"
  • #6/12: "Fora"
  • #7/12: "Em si, ou a idade do espelho em Lacan"
  • #8/12:  "A n (e/u) l a r"
  • #9/12: "deVoto"
  • #10/12: "subSerViente"
  • #11/12: "cortaram-lhe os dedos"
  • #12/12: "NadaDor"

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V_iver

V_iver, 2015 [Contrariando hábitos anteriores, Alexis Tsipras toma posse como primeiro ministro da Grécia recusando o símbolo gravata, apresentando assim peito aberto em forma de letra V].

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forma de ser

forma de ser, 2015 [O que mais me amarga no povo português, nesse ente, é a sua forma de ser. Ser sub_ser. Subserviente. Não vivente. Sub_ser_vi(v)ente].


franqueza

franqueza, 2015.


Duas mãos

Duas mãos, 2015.


Razões bastantes para uma cirurgia da mão

Razões bastantes para uma cirurgia da mão, 2015. [Conteúdos > #1 "Mão daNada"; #2 "Mão nada(d)ora"; #3 "Mão coçante" [numa evocação a Eduardo Galeano]; #4 "Mão vazia"; #5 "Mão aPenas"; #6 "Mão dada"].

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Cão vaiado

Cão vaiado, 1973-2014. Objecto-poema, memórias volantes no imaginário de artitudes urbanas, parte integrante de "Revisitações icónicas", Funchal-Coimbra.


a  d i z e r

Imagens 1-3: a  d i z e r  [artitude], 2015-2016, António Barros, evocando a luta de Luaty Beirão. [ edição f : 26 out 2016 ]

Imagens 4-6: a  d i z e r , de António Barros, [artitude_edição única], original oferecido a Luaty Beirão, Casa da Lusofonia, Universidade de Coimbra, 17 dez 2016. [Fotografias 4-6: Cortesia Augusta Vilalobos]