Secção 7 >

ARQUIVO É ANARQUIVO! [FortunAly]


Som-Texto (Poema sonoro) >

Capa do disco "desde que nasceu..."

Da biografia de aranhiças & elefantes: "Blog-grupo experimental ou paracolectivo poético ou não-movimento: um desequilíbrio de palavras, imagens e sons criado em Coimbra em Setembro de 2007. Durante o período inicial, fizeram parte do colectivo várias pessoas, tendo depois passado a ser formado exclusivamente por Bruno Ministro, Liliana Vasques e Rita Grácio. O trabalho de escrita e performance de aranhiças & elefantes centra-se numa procura da diluição da autoria individual através do “escangalhanço”. Este processo é sintetizado no blogue do seguinte modo:

  • as aranhiças, elefantes e colaboradores postam um poema
  • as aranhiças, elefantes e colaboradores escangalham* esse poema
  • a pessoa, animal ou assim-assim pega nesse poema e escangalha-o* também, e lança-o na "teia" correspondente ao post desse poema-base (que muitas vez não existe, porque já foi escangalhado* interna/anterior mente)
  • as aranhiças, elefantes, pessoa, animal ou planta voltam ou não a escangalhar* o poema-escangalhado*
  • assim sucessivamente

*ESCANGALHAR é uma técnica ancestral que consiste em alterar os poemas-base, isto é: acrescentar-lhes palavras, versos, imagens e/ou retirar-lhes palavras, versos, imagens, em suma, ESCANGALHAR é destruir e/ou (re)criar."

aranhiças & elefantes, "corrector corpográfico"


Texto-Som (Leitura) >

Rumor Branco #16 08:22 (m)

[Nuno M Cardoso lê texto de Rui Torres: "A seguir, Américo Rodrigues interpreta duas Kinetofonias de Salette Tavares, “Ri m ri ri” e “Taki taki”, ambas de 1963. A palavra é tomada, na poesia experimental, como objecto multimodal. Aliando a esta verbovocovisualidade a atomização e a rarefação vocabular, temos como resultado uma aparente imperceptibilidade das origens fonéticas de toda a realidade linguística. Estes elementos mínimos da linguagem são tomados como ponto de partida para uma estetização dos próprios sons da linguagem, ganhando autonomia relativamente ao contexto maior em que se aprisionam no quotidiano. Nestes poemas, o trabalho semântico é abandonado, em detrimento do valor estético. “Ri m ri ri” e “Taki taki” pela voz de Américo Rodrigues.]

Salette Tavares, kinetofonias “Ri m ri ri” e “Taki taki”

Américo Rodrigues, “Ri m ri ri” (Salette Tavares)

Jorge dos Reis, “Ri m ri ri” (Salette Tavares)

[Performance "O leitor compulsivo de alfabetos" | Interpretação fonética dos poemas visuais de Salette Tavares, Galeria Diferença, Lisboa, 3 de Fevereiro 2011]

Américo Rodrigues, “Taki taki” (Salette Tavares)


Genealogia/derivação (História) >

Pierre Garnier, "Yamamama" [Ligação externa / External link]


Processo/manipulaçao (Kyma) >

Luís Aly: Cut-up