Uma página trabalhada visualmente pode ser poesia? Um áudio ou um vídeo podem ser poesia? Será também poesia o que é reproduzido por um gerador automático de texto? Não ler é ler? Várias questões se colocam nesta instalação de Bruno Ministro e Liliana Vasques, do projeto Candonga, que parte da releitura e reinvenção da poesia de Ana Hatherly em suportes que vão do papel ao digital.

Local: Galeria da Boavista | Datas: 30/06 a 22/07/2016 | Inauguração na quinta, 30 de junho, às 19h00

Imagens >

Créditos das Fotografias: Sandra Guerreiro Dias.


Caderno com sinopse da instalação e descrição dos trabalhos > http://hackingthetext.net/pdf/Caderno_re-ah_2016.pdf


Autores:

Bruno Ministro é poeta, performer e artista digital. Trabalha num processo de contínua experimentação poética das dimensões sonoras, visuais e intermediais da linguagem por meio da construção de artefactos impressos, digitais e performativos.

Liliana Vasques é poeta e performer. Preocupa-se com a linguagem, com as cargas sociais e políticas que nela cabem. Explora e faz poesia experimental em vários suportes e contaminada por outras artes (B.D., street art, etc.).

Candonga é um projeto editorial independente feito de artefactos construídos e desconstruídos na clandestinidade. Fora dos circuitos de pensamento estandardizado, aqui imaginam-se objetos textuais que possam surgir nos mais variados suportes (possíveis e, também, imaginários).